Um criminoso sempre deixa pistas. É o que mostra a série CSI: Crime Scene Investigation. A série retrata o cotidiano de investigadores judiciais, analisando os locais onde foram cometidos crimes. Um fio de cabelo, um pedaço de unha, pegadas e impressões digitais: todas estas pistas improváveis são ferramentas para se chegar ao criminoso e muitas vezes é o uso da Química que soluciona o caso.
Neste cenário, o Professor André Ghisi Ortigossa, percebendo a curiosidade que o assunto desperta nos estudantes e buscando tornar as aulas mais atraentes e práticas, levou os alunos do 3º ano do Ensino Médio ao Laboratório de Anatomia e de Microscopia da instituição para uma aula de Bioquímica Forense.
O objetivo da aula em laboratório foi explicar aos alunos a aplicação da química na investigação criminal com ênfase nos Exames de DNA, Impressão Digital e Detecção de Sangue pelo Luminol, discutindo os fundamentos científicos com base na Química Orgânica e Bioquímica Corporal relacionados aos exames forenses, além de mostrar o que poderá ser cobrado sobre o tema no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM e nos Vestibulares da Região.
Na aula prática os alunos observaram atentamente as explicações e puderam compreender os fundamentos químicos das técnicas investigativas, analisando nos cadáveres e peças anatômicas a definição de impressão digital, os analitos e amostras de DNA possíveis para teste, além da composição do sangue envolvida no teste do luminol.